Prof. Guilherme Butler, Escola Municipal

Localização
Endereço: R. Irmã Flávia Borlet, 1189
Bairro: BOQUEIRÃO
Cep: 81630-170
Regional: Boqueirão
Atendimento: Manhã, tarde e noite
Contato
Diretor (a): Priscila Foltran Veiga Pereira
Vice - Diretor (a): Angélica Bibiana Basen Sanches
Telefone: (41)3277-1381
E-mail: emgbutler@sme.curitiba.pr.gov.br

VIOLÊNCIA NÃO! AMOR NO CORAÇÃO!

Publicado por:  Denise da Luz Montenegro
FAÇA BONITO 2019

A Campanha Nacional do dia 18/05 não passou em branco na Escola Guilherme Butler. As professoras de Arte  desenvolveram, com os estudantes, um lindo trabalho de informação e sensibilização em defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes, expondo a "Campanha Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes".

Esse ano a campanha completa 18 anos e a data de 18/05 não foi escolhida aleatoriamente: foi porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, abusada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

As crianças confeccionaram muitas flores, que são o símbolo oficial dessa campanha, pois assim como uma flor, toda criança é frágil e precisa de atenção e cuidados. Além disso confeccionaram cartazes e tiveram a ideia de fazer um "apitaço" pelas ruas no entorno da escola com um slogan criado por eles: "VIOLÊNCIA NÃO! AMOR NO CORAÇÃO"! Foi lindo e emocionante de ver.

Na parte da manhã o apitaço teve que acontecer dentro da escola mesmo, devido ao mau tempo! Mas no período da tarde o tempo melhorou e o apitaço aconteceu fora da escola com a presença dos estudantes dos 3º, 4º e 5º anos, as professoras e o apoio da Guarda Municipal.

Os alunos também passaram de sala em sala explicando para os colegas das outras turmas sobre a existência dessa campanha.

É bom saber que nossos funcionários, alunos e suas famílias não são alheios às dores dos outros e, também estão prontos para ajudar e denunciar se for preciso. 

Fonte:  Denise Montenegro | Autor:  Prof. Guilherme Butler, EM